Minha conexão com a psiquiatria começou muito antes da Medicina — há mais de 10 anos, quando ainda como estudante, já me encantava pela complexidade da mente humana e pela forma como ela pode transformar completamente a vida de alguém.
Ao longo da minha trajetória, entendi que essa escolha exige mais do que conhecimento técnico: exige responsabilidade, sensibilidade e coragem. Também vivi, em primeira pessoa, o que significa enfrentar transtornos como ansiedade e depressão — e hoje, em remissão, carrego uma compreensão que vai além dos livros.
Isso me permite oferecer um cuidado mais humano, atento e verdadeiro. Escuto com profundidade, explico com clareza e conduzo cada caso com responsabilidade e base científica, sempre considerando o paciente como um todo.
Acredito que tratar a saúde mental é, acima de tudo, acolher, compreender e caminhar junto — com segurança, propósito e respeito à história de cada pessoa.